Capoeira
A capoeira, a mais popular manifestação folclórica da Bahia, encanta e contagia quem assiste as apresentações. A arte da capoeira reúne música, dança, luta e cultura. Nasceu como forma de resistência dos escravos negros e para estes representava um instrumento de libertação e defesa contra a opressão dos senhores. Retratou a resistência cultural e física dos escravos brasileiros. O berimbau é o principal instrumento utilizado na capoeira e marca a batucada, dando o ritmo das coreografias. Além do berimbau, as músicas com letras que retratam o sofrimento e a luta dos escravos, contam com os sons do caxixi, atabaque, pandeiro e reco-reco. Antigamente a prática da capoeira era proíbida e a partir de sua liberação, conquistou adeptos de todas as raças e camadas sociais do país e nos quatro cantos do mundo. A Bahia tem forte presença da capoeira e em Salvador, além dos diversos grupos existentes, o esporte é visto frequentemente em rodas formadas pela cidade.
Em Morro de São Paulo não é diferente. Pode-se ver capoeiristas praticando o esporte nas praias e ruas do povoado. Se você tiver interesse em conhecer a milenar cultura deste esporte e ainda praticar capoeira durante sua viagem, poderá ter esta oportunidade conhecendo o Grupo Kilombolas, que fica em Morro de São Paulo. Além de promover o esporte, o grupo realiza eventos e projetos sociais. Além dos benefícios físicos, pois a capoeira exige destreza e movimentos rápidos, o esporte contribui para o alívio do estresse e é uma terapia. Os benefícios são amplos e o esporte promove a socialização das pessoas, recupera a auto estima e pode até ser considerada como agente transformador da sociedade. Veja a seguir a história da capoeira e entenda os passos da luta.
História da Capoeira
A trajetória da capoeira começa a partir do século 16, período do Brasil Colônia com os escravos negros vindo da África, oriundos principalmente da região da Angola. Os angolanos tinham o custume de dançar e cantar e ao virem para o Brasil trouxeram estes hábitos culturais. A necessidade em se defender contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros, obrigou os escravos a criarem formas de defesa que uniam luta e dança. Com o ritmo e os movimentos de suas danças africanas surgiu a capoeira, considerada uma arte marcial disfarçada de dança.
No início, os escravos praticavam a capoeira próximos às senzalas e tinham como principal objetivo, além da defesa pessoal, manterem a cultura deste sofrido povo. As danças e músicas eram proibidas pelos senhores dos engenhos e até o ano de 1930, a prática da capoeira não era bem vista no Brasil. O esporte era considerado violento e subversivo. A polícia tinha ordens de prender os capoeiristas. Até que um capoeirista brasileiro chamado mestre Bimba, apresentou a luta ao presidente do Brasil na época, Getúlio Vargas. O presidente gostou do que viu e transformou a capoeira em esporte nacional. No dia 09 de julho de 1937 o governo brasileiro oficializou a capoeira. A partir desta data a popularidade da capoeira não parou de crescer e adquirir adeptos pelo país e mundo.
Estilos da Capoeira
Existem três estilos diferentes que ditam os movimentos e o ritmo musical da capoeira.
O mais antigo, foi criado na época da escravidão e chama-se capoeira da angola. Entre as suas características estão o ritmo musical lento, a malícia e os golpes mais baixos (próximos ao solo).
O segundo estilo é o regional, que possui uma mistura da malícia da capoeira angolana com rápidos movimentos ritmados ao som do berimbau. Os golpes são mais rápidos e as acrobacias não são usadas.
O terceiro e último estilo da capoeira é o contemporâneo. Este reúne um pouco de cada um dos estilos e é o mais visto e praticado na atualidade.
Grupo Kilombolas – A Capoeira como agente da educação
Utilizando a capoeira como instrumento de educação, o Grupo Kilombolas tem como marca o trabalho com crianças e jovens que vai desde a iniciação ao esporte até a formação como professores.
O grupo é um dos mais tradicionais da Bahia e surgiu no início dos anos 70 e tem até hoje no comando o Mestre Dedé. Em Morro de São Paulo o Contra-Mestre Carlito é quem dirige o grupo desde 1992, época em que veio viver na ilha.
O grupo é mantido através das mensalidades das apresentações e confecções de roupas e instrumentos da capoeira.
Atualmente, com a orientação do professor Carlito, o Grupo kilombolas de Morro de São Paulo vem desenvolvendo um trabalho que resgata as tradições das danças folcloricas da Bahia.
O show folclórico apresenta coreografias como maculelê, puxada de rede e samba de roda, divulgando aos visitantes brasileiros e estrangeiros um pouco da nossa história.
Além das apresentações e aulas, o Kilombolas desenvolve outras ações como a fabricação de instrumentos como berimbau, caxixi e colocação de couro em atabaques. Para o futuro, Carlito deseja abrir espaço para projetos como oficina de cortes e custuras e curso de computação.
Fonte: www.suapesquisa.com/educacaoesportes/historia_da_capoeira
Frescobol
Se você decidiu fazer do frescobol seu esporte em Morro de São Paulo, sua academia será na beira da praia, aliás um ótimo ambiente para se exercitar pois sem dúvida é o maior, mais bonito e ventilado local para malhar.
O frescobol também é conhecido como “Jogo de Raquetes” ou “Tênis de Praia”, é o exercício ideal para o verão e pode fazer maravilhas com seu corpo. E o melhor: você se exercita, brincando. O esporte trabalha principalmente com pernas e braços e ainda o ajudará a perder a indesejável barriguinha. Em 30 minutos jogando frescobol você pode perder até 190 calorias. Além do exercício fisico é também uma ótima forma de lazer e segundo os especialistas no assunto, entre os benefícios que o esporte proporciona estão o desenvolvimento dos reflexos e da coordenação motora.
E claro, se você pretende pegar uma corzinha será uma boa oportunidade, já que é praticado ao ar livre sob o sol, mas não abuse e não esqueça de usar o filtro solar e boné. Em Morro de São Paulo, o frescobol é praticado principalmente na Segunda Praia. Cada vez mais pessoas o praticam, sendo que existem alguns moradores que jogam frescobol todos os dias e “batem ponto” na praia para jogar.
Conheça quem são estas pessoas e algumas características do frescobol em Morro de São Paulo, no link Praias/Segunda Praia/ Frescobol na Segunda Praia. Além disso, Morro Travel descreve a seguir a história e algumas dicas para que você saiba tudo sobre este esporte, que além de ser uma atividade física promove a queima de calorias e proporciona muita diversão. Depois de ler nossas dicas, basta ter em mãos duas raquetes e uma bolinha própria para o jogo e pronto! Se divirta jogando frescobol em Morro de São Paulo.
História do Frescobol
A denominação frescobol é derivada do lugar onde se joga, ou seja, no lugar mais fresco da praia: a beira d’ água. O esporte foi criado no Brasil, no Rio de Janeiro, mais precisamente na Praia de Copacabana no ano de 1945. O idealizador foi Lian Pontes de Carvalho, que frequentava a praia e também era proprietário de uma fábrica de móveis de piscina, pranchas e esquadrias de madeira. Foi Lian que confeccionou as primeiras raquetes que foram comercializadas na praia com a ajuda dos salva-vidas que ficavam em Copacabana na época. No começo as raquetes eram rústicas e pesadas, pois eram feitas a partir de madeiras como o pinho, cedro, angelin e araucária. Mais tarde foram adquirindo a atual forma, com os cabos mais curtos e envernizados, tendo asssim mais proteção contra os efeitos água do mar.
O frescobol se propagou pelas praias do Brasil e passou a ser considerado um esporte profissional. Desde a década de 80 já aconteciam disputas, mas foi a partir de 1994 que o esporte adquiriu fama tornando-se popular graças a realização do I Circuito Brasileiro de Frescobol, que percorreu os estados de Sul ao Nordeste do País. Mesmo com a promoção de campeonatos em diversas partes do Brasil, o frescobol não era visto ainda como um esporte competitivo e muitas vezes era considerado apenas mais uma opção de diversão de praia. Foi em 2003, através da aprovação das regras oficiais do esporte, que o frescobol deu os primeiros sinais de profissionalização e hoje é um dos esportes mais praticados nas praias brasileiras. A cada ano aumenta também a popularidade do frescobol no exterior, devido o grande número de brasileiros que residem em países de Europa e nos Estados Unidos. Junto com a evolução e popularidade do esporte, consequentemente profisisonalizou-se também as raquetes e atualmente são fabricadas com fibra e tornaram-se mais leves dando mais velocidade as jogadas.
Equipamentos
Os equipamentos que você irá utilizar para jogar frescobol são duas raquetes e uma bola.
A raquete deverá ser confeccionada em madeira ou fibra. Deverá no máximo 0,5m de comprimento por 0,25 de largura. Seu peso deverá estar entre 200 até 600 gramas. A bola deverá ser feita de borracha, lisa e impermeável.
Em relação a roupa adequada para a prática do frescobol, recomenda-se trajes leves como uma sunga para os homens e maiô ou biquíni para as mulheres. Pode-se também, usar roupas como camisetas e shortes, desde que sejam leves, a fim de facilitar os movimentos dos jogadores.
O jogo
De acordo com os praticantes do frescobol, não existe competitividade nesse jogo e sim diversão. A explicação é de que no frescobol o outro jogador é apenas um parceiro. O fundamento básico é manter a bola em jogo o maior tempo possível, enviando a bola de um jogador para o outro.
A seqüência é iniciada a partir do toque na bola e somente será interrompida quando a bola cair no chão. Em competitições oficiais, um segundo toque na raquete é permitido somente em caso de bolas de defesa e posterior recuperação. Também não sendo permitido a bola tocar no corpo do atleta.
Em relação as formas de apresentação, o frescobol pode ser jogado de duas maneiras: em duplas e trincas.
Nos jogos de duplas, com dois jogadores, cada um fica em uma extremidade do Jogo. Nas competilões de trinca, há três atletas e um destes é chamado de pivô, ficando numa das extremidades e os outros dois no outro lado.
Os estilos
No frescobol existem ainda estilos diferentes de jogadas. No Brasil o mais usado é o chamado clássico e os existentes são:
Carioquinha: Praticado a uma distância de até 6 metros, tem como característica o controle diagonal de bola e a velocidade.
Clássico: Estilo com distância variada de 6 a 9 metros, onde as principais características são as jogadas de alto impacto, com ataques e defesas constantes.
Longo: Superior a 9 metros, podendo atingir até 20 metros de distância. É marcado pela regularidade de bolas longas.
Dicas
A Posição do frescobol é de frente para o companheiro, mantendo uma distância de aproximadamente 8 metros.
Atenção constante na bolinha e na raquete do outro jogador.
O jeito de segurar a raquete é muito importante: procure segurar firme no final do cabo, com uma leve inclinação para cima e mantendo o pulso e o braço como um conjunto único.
Acerte a bola com o centro da raquete. Todos os dedos devem estar segurando o cabo a fim distribuir a força da pegada.
E para concluir, evite jogar próximo aos banhistas, pois sua diversão pode incomodar e atrapalhar a praia do outro. Pois o frescobol tem muitas “bolinhas perdidas” que podem ferir, machucar ou assustar a pessoa.
Em Morro de São Paulo, a prática do frescobol ganhou até lugar específico, na Segunda Praia na área denominada “point do coco”, situado no meio da área da praia, na beira do mar.
O local foi reconhecido pela Prefeitura Municipal como espaço oficial para a prática do esporte na ilha. Falta apenas a colocação de uma placa o delimitando.
Introdução a Futebol
O tradicional e famoso futebol é outro esporte que não poderia ficar de fora da lista de esportes praticados em Morro de São Paulo. Das populares “peladas”, ou seja, as partidas jogadas em qualquer horário e em campos nada convencionais às competições oficiais, o futebol encanta e sempre é tema central de discussões nos bares, escola, ruas e praias.
O futebol tornou-se popular devido ao jeito simples de jogar: com apenas uma bola e dois times, crianças ou adultos se divertem. O evento esportivo mais conhecido e esperado do mundo é a Copa do Mundo que é realizada a cada quatro anos e acompanhada por mais da metade da população mundial. As partidas, aquelas tradicionais brincadeiras de amigos, na Bahia são chamadas de “babas”. De Norte a Sul do país o futebol é o esporte mais amado pelos brasileiros.
Também pudera, o Brasil é um celeiro de craques mundiais e durante toda a existência do esporte no país vem descobrindo novos talentos. De Pelé aos Ronaldos, o Fenômeno e o Gaúcho, o futebol idealiza e forma ídolos.
Por este motivo não poderíamos deixar de falar sobre esta modalidade esportiva que em Morro de São Paulo também é levada á sério, tendo inclusive a realização de campeonatos locais e entre os povoados vizinhos. Mesmo que você não seja um craque da bola, não deixe de jogar aquela partidinha na beira da praia, pois afinal não pode existir lugar melhor para se exercitar que a praia, porém, uma dica: cuidado para não atrapalhar o banho de sol dos demais turistas. Se informe se pode ou não jogar no lugar escolhido.
O futebol em Morro de São Paulo
Na ilha, cada povoado realiza seu próprio campeonato. Em Morro de São Paulo, Gamboa, Galeão e Garapuá são promovidas competições. Em Morro de São Paulo há 7 anos, acontece um campeonato entre os times pertencentes ao povoado e também com a participação de equipes de Gamboa e Garapuá.
Oficialmente existem sete times de futebol em Morro de São Paulo: Calcinha Preta, Mangaba, Vila Nossa Senhora da Luz, Guias, Fonte Grande , Toca da Arraia e Zimbo. Destes times, o Calcinha Preta e o Mangaba, são os mais populares.
Ainda existem as equipes de Garapuá: Bahia e Vitória e a do Toque e Vasco da Gamboa que fazem parte do povoado da Gamboa.
A última edição do campeonato de futebol foi realizada em 2006 e contou com a participação de 10 equipes entre Morro de São Paulo, Garapuá e Gamboa. O evento esportivo geralmente tem início em maio, terminando em julho.
Ao total são 13 semanas com jogos sempre aos domingos. Durante os três meses em que é realizado, o campeonato mobiliza grande parte da população de Morro de São Paulo, inclusive, beneficiando pessoas da comunidade que trabalham com a venda de lanches e bebidas na ocasião dos jogos.
Os times vencedores além dos troféus e medalhas, recebem também uma quantia em dinheiro dependedo da classificação. Segundo o organizador das três edições passadas, Ulisses Damasceno, no último evento a equipe campeã ganhou mil reiais, a segunda, R$ 500,00 e o terceiro lugar, o valor de R$ 300,00. Em 2007 e 2008 não foram realizados campeonatos por falta de verbas, pois conforme Ulisses há pouco apoio por parte dos empresários locais.
Existem recursos através da administração municipal, mas nestes dois anos as equipes não puderam contar com este apoio.
Outro fato que contribuiu para o cancelamento das competições foi o estado do campo em que são disputados os jogos.
Chamado de “Campinho”, o local não possui a estrutura necessária para as competições. De acordo com o coordenador há promessas por parte da Prefeitura que sejam feitas melhorias no campo como a colocação de grama e arquibancadas. “O campinho será ampliado dentro das dimensões oficiais e terá também vestiários”, prevê Ulisses. Enquanto as promessas de melhoria no campinho não são feitas, a comunidade faz o que pode para manter viva a tradição dos campeonatos em Morro de São Paulo. Aconetecem esporadicamente competições que da mesma forma encanta e mobiliza a população em torno dos jogos.
História do Futebol
O futebol, o esporte preferido entre a maioria dos brasileiros, pode ter despertado o interesse dos mortais há muito tempo, desde os tempos primórdios. Segundo alguns historiadores, povos antigos tinham costume de jogar bola, claro, que não existiam ainda regras. Oficialmente o futebol, como modalidade esportiva originou-se na Inglaterra no século 19, porém, estudos demonstram que jogos com bola já eram praticados bem antes. Existem registros destes jogos na China há muitos séculos. Cada país teve sua história do futebol. Na Itália, por exemplo, o esporte surgiu em Florença e por volta de 1580 que foram estabelecidas regras para a prática do esporte. Na Inglaterra o futebol chegou no século 17, ganhando regras, sendo rganizado e se popularizando. Nesta época a bola ainda era de couro e enchida com ar. Em 1871 surgiu a figura do goleiro, chamado como guarda-redes e em 1875, estabelecida a regra do tempo de duração das partidas, de 90 minutos.
Antes disso, no ano de 1872, na Escócia foi disputada a primeira partida internacional da história do futebol, com as equipes de Escócia e Inglaterra. Assim, foram surgindo outras regras até que em 1885 teve início o profissionalismo do futebol com a criação da International Board, com o objetivo de estabelecer e mudar as regras do esporte.
Em 1897, o Corinthians, equipe de futebol inglês, fez uma excursão mundial objetivando divulgar o futebol pelo mundo. A FIFA (Federação Internacional de Futebol Association) órgão internacional responsável pelo esporte surgiu em 1904.
No Brasil, pode-se dizer que Charles Miller foi o precursor do esporte. Este brasileiro oriundo do bairro paulistano do Brás, aos 9 anos viajou para Inglaterra para estudar e quando retornou ao Brasil em 1894, trouxe junto uma bola de futebol, divulgando este novo esporte por onde passava. Um ano depois foi realizado o primeiro jogo de futebol no Brasil, em 15 de abril de 1895 entre duas equipes de empresas inglesas. O São Paulo Atletic foi a primeira equipe a se formar no Brasil em 13 de maio de 1888. E por mais incrível que pareça este esporte tão popular, já chegou a ter até discriminações: na época em que surgiu o futebol não podia ser praticado por negros.
Equipamentos
Para que você participe de uma partida de futebol, basta ter um equipamento: uma bola de futebol. Porém, caso pretenda levar o esporte mais a sério e participar de partidas oficiais, antes de entrar em campo, saiba algumas dicas relacionadas ao equipamento e roupa adequada para a prática do esporte.
Claro, que este não será o caso se você estiver pensando em apenas jogar uma partidinha em Morro de São Paulo, mas quem sabe seu talento futebolístico poderá ser descoberto, sendo convidado a participar de alguma campetição da ilha. Também usando uniforme e equipamento apropriados, você estará melhorando seu desempenho e evitando alguns incidentes. Além de que um time uniformizado pode ficar mais motivado. Conheça os principais ítens do vestuário de um jogador de futebol.
Camiseta – geralmente feitas com tecidos leves, na maioria das vezes de tactel e poliamida. De preferência a camiseta deve ser folgada. Em competições oficiais deverá constar o número do jogador na parte de trás.
Calção – também chamados de shorts devem ser confeccionados em nylon e poliéster. De preferência devem ser folgados nas pernas.
Meias e caneleiras – as meias devem ser longas e até a altura do joelho. Alguns jogadores usam outra meia por baixo destas para evitar o aparecimento de bolhas. As caneleiras são usadas entre as meias que ficam por baixo e as de cima. São usadas em futebol de campo e nas quadras.
Chuteira – usadas em futebol de campo e nas quadras. No caso da praia, em partidas na areia, joga-se de pé descalço.
Regras
O futebol é o esporte de equipe mais praticado no mundo.
É disputado em estádios, quadras ou em terrenos baldios. Basta os integrantes possuírem uma bola e dois times para o jogo iniciar. Cada equipe deverá ter onze jogadores de cada lado. O esporte conta com muitas regras numa partida oficial e caso você não entenda muito ainda desta mania nacional, descrevemos abaixo apenas algumas regras, porém, existem muito mais medidas e normas dentro de uma partida oficial.
Medidas do campo – o campo do jogo deverá ter no máximo 120 metros e no mínimo 90m de comprimento, com largura máxima de 90m e mínima de 45m. Devem ser marcadas linhas visíveis (12 cm de largura) sendo chamadas de laterais as mais longas e de fundo as mais curtas. Em cada canto do retângulo haverá uma bandeirola. O centro do campo é marcado por um ponto com uma circunferência
A Bola – a bola deve ser recoberta de couro ou outro material que não represente perigo aos atletas. Só poderá ser trocada com autorização do árbitro.
Número de Jogadores – uma partida de futebol é disputada por dois times, tendo cada um no máximo 11 jogadores. É permitido até cinco substituições para cada time.
Tempo da partida – as partidas terão dois tempos de 45 minutos, podendo o árbitro acrescentar o tempo que tenha sido perdido em decorrência de acidente ou outro motivo.
O começo do jogo – o início do jogo é marcado com o sorteio através de uma moeda, para ver de que lado do campo será dado o chute inicial, cabendo a opção à equipe vencedora do sorteio.
Àrbitros – será designado um juiz para dirigir cada partida e dois arbitros assitentes para a missão de indicar quando a bola estiver fora de campo e a que equipe caberá o arremesso lateral, o tiro de meta e o escanteio.
O gol - será considerado gol quando a bola ultrapassar a linha de fundo passando entre as traves e por baixo do travessão. A bola não poderá ser lançada com a mão ou o braço de um jogador da equipe atacante.
Impedimento - será considerado impedimento se o jogador estiver mais perto da linha de fundo adversária do que a bola. Estão livres desta regra os casos em que o jogador estiver no próprio campo; se existirem dois adversários entre ele e a linha de fundo e se o jogador receber a bola de um tiro de meta, um escanteio, um arremesso lateral ou bola ao chão.
Faltas e incorreções:
Tiro livre direto – se o jogador cometer uma das seguintes faltas será punido com o tiro livre direto cobrado da área onde ocorreu: chutar ou tentar chutar o adversário; derrubar ou tentar derrubá-lo, pular sobre o adversário ou atacá-lo; segurar com a mão ou o braço ou empurrar o adversário, carregar ou arremessar a bola com a mão ou o braço. Se estas faltas forem cometidas dentro de sua grande área, será punido com pênalti.
Tiro livre indireto – o jogador responsável por uma das seis faltas seguintes será punido com um tiro livre indireto: jogar de forma perigosa, sem tocar na bola impedir intencionalmente o adversário, colocando-se como obstáculo entre ele e a bola; sendo goleiro, dar mais de quatro passos com a bola nas mãos, tocá-la antes de outro jogador depois de tê-la colocado em jogo, ou retardar a partida; entrar ou sair de campo sem autorização do juiz.
Expulsão – será expulso o jogador que: se mostrar, segundo a opinião do árbitro, violento; usar de linguagem injuriosa ou grosseira; persistir na infração após ter sido advertido; derrubar por trás os adversário que estiver em direção do gol.
O pênalti- o pênalti deverá ser cobrado do ponto pré assinalado, sem a presença de todos os jogadores, à exceção do que vai batê-lo. O goleiro deverá permanecer sobre sua própria linha de meta até que a bola seja chutada. O jogador que cobrar a penalidade deverá bater diretamente para a frente e não tocar novamente na bola antes que outro o faça.
Escanteio – será considerado escanteio no caso da bola ultrapassar a linha de fundo, com exceção da parte entre as traves, tendo sido tocada por um jogador da equipe defensora.
Fonte: As regras descritas acima foram baseadas no site http://cev.ucb.br/qq/gilson/regras.html
O futevôlei reúne três paixões dos brasileiros: futebol, praia e voleibol. E tendo esta mistura, que inclui dois esportes, o volêi e o futebol, não poderia ser diferente. O resultado não poderia ser outro, senão ganhar as as praias do Brasil. O futevôlei com cada vez mais adeptos, é uma ótima opção para quem deseja manter o corpo em forma num ambiente agradável. Segundo os especialistas numa partida, com duração de uma hora, o atleta pode perder até 300 calorias.
É uma forma de passar o tempo na praia, praticando um esporte e ainda se divertir queimando calorias. O futevôlei foi criado em 1965, pelo jogador Tatá e graças à criatividade dos brasileiros, o esporte foi levado para as quadras de vôlei de praia. A plasticidade do futebol e o posicionamento do vôlei transformaram o futevôlei num esporte alegre e radical. As torcidas participavam ativamente das disputas, torcendo e incentivando os atletas.
O esporte exige força, reflexos apuradíssimos, elasticidade, resistência e técnica. Pode ser jogado entre duas equipes, formadas por dois ou quatro jogadores. Apesar de praticado em quadras, o futevôlei ainda continua sendo mais visto nas areias praias. Na época em que foi criado, o esporte era praticado somente pelo sexo masculino. Atualmente as mulheres têm procurado pelo esporte e ajudado a aumentar o número de adeptos. Em Morro de São Paulo quem ainda predominam nas quadras são os homens.
Esta união dos esportes preferidos pelos brasileiros, também é bastante praticado em Morro de São Paulo e tem também uma quadra na Segunda Praia. Confira no link Praias/Segunda Praia/Vôlei de Praia e Futevôlei na Segunda mais informações sobre esta modalidade esportiva que encantou nativos e moradores da ilha, tendo inclusive a realização de dois campeonatos por ano e já conta com a participação de atletas locais que estão divulgando o esporte fora do país. Abaixo você ficará sabendo quais são as regras, dicas e curiosidades deste esporte, assim, quando chegar em Morro de São Paulo basta arranjar uma bola, parceiros e mostrar suas habilidades nas areias de Segunda Praia.
História do Futevôlei
O futevôlei foi criado no ano de 1965, por Otávio Moraes, conhecido como Tatá. A idéia surgiu já que não era permitido bater bola na praia, o esportista resolveu jogar em uma quadra de vôlei com rede e campo delimitado. Os amigos o acompanharam nesta aventura e assim foram surgindo as primeiras regras do novo esporte.
Três anos mais tarde, em 1968, um outro grupo liderado por Sérgio Brito Peixoto, o Cachorrão, introduziu o futevôlei em Constante Ramos, no Rio de Janeiro. Começando a se espalhar por Copacabana e posteriormente invadindo as outras praias cariocas.
Na década de 80, com a realização de campeonatos, o público em geral começou a se intereassar por esta nova modalidade e consequentemente houve uma grande divulgação do futevôlei na imprensa nacional.
No ano de 1984 a mídia televisiva promoveu campeonatos interestaduais de duplas e em 1999 surgiu o Super Futevôlei 4×4, isto é, quatro jogadores de cada lado. Muitos jogadores profissionais de futebol aderiram em massa para o futevôlei e hoje vários craques como Edinho, Júnior, Doval, Jairzinho, Renato Gaúcho e Romário praticam futevôlei. O melhor jogador de todos os tempos no futevôlei se chama Renan Lemmers, do Rio de Janeiro e o praticante mais famoso ainda é o baixinho, Romário de Souza Farias.
Regras
Nº de jogadores: normalmente são duas duplas, podendo estas serem masculinas, femininas ou mistas.
Pontuação: Os jogos são de um set com 15 pontos. Se o jogo ultrapassar 25 minutos vai para tie-break. (game especial de desempate quando o set fica empatado).
O saque do futevôlei na verdade é o chute. Este chute deverá atingir o campo adversário e em disputas masculinas, o homem só poderá sacar na área de recepção do outro homem. Já, em jogos femininos, a mulher pode sacar em qualquer posição.
Toque: a bola deverá ser tocada, no mínimo uma vez e no máximo 3, intercalando entre a dupla e repassando para o adversário. O jogador pode usar o tronco, a cabeça ou qualquer parte da perna. Nunca poderão ser usados os braços e as mãos.
Quadra: a quadra deve ser montada em local plano, na areia lisa e fofa sem pedras ou qualquer outro objeto que possa machucar os jogadores.
Equipamentos
Rede: igual a rede do vôlei, o material é de polietileno e mede 9,5 m de comprimento por um metro de largura.
Bola: a mesma usada no futebol, porém, deverá ter uma camada impermeabilizante, pois é usada na praia.
Roupas e acessórios: devido ser na praia, usa-se apenas uma sunga (homem) ou sunquine (mulher) e camiseta. Os joagadores jogam descalços e não se deve usar óculos e bonés, pois podem atrapalhar as jogadas.
A quadra deverá medir 9 por 18 metros e a altura da rede é de 2.20m, medida a partir do centro da rede
Fonte: Baseado no Guia Quadro Rodas /Praias -Edição 200/2001e no site da Site da Confederação Brasileira de Futevôlei (www.cbfv.com.br)
Kitesurf
Deslizar sobre a água sendo puxado por uma pipa. É uma sensação indescritível segundo os praticantes do Kitesurf, esporte que vem ganhando cada vez mais praticantes em todo o mundo e que mistura três tipos de modalidades ao mesmo tempo: surfe, windsurf e wakeboard.
Em Morro de São Paulo o esporte já é bastante visto, principalmente na Quarta Praia, local mais propício para sua prática. Segundo o velejador carioca, Marcos Henrique Santos, que pratica kitesurf há seis anos, a Quarta Praia é ideal principalmente para os iniciantes, pois tem uma piscina natural com profundidade de um metro e meio, sendo mais seguro. As praias da Ponta do Curral, em frente a Morro de São Paulo e a de Moreré, em Boipeba, também são outros locais onde o esporte pode ser praticado. O técnico diz ainda que o kitesurf pode ser realizado a qualquer hora com maré baixa ou alta, porém, a maré baixa é mais indicada para quem está aprendendo. Marcos está na ilha há um ano e ministra aulas de kitesur. O pacote com oito aulas custa R$ 600,00 e a hora/aula R$ 100,00.
O equipamento está incluído e conforme o professor as primeiras duas aulas são na areia, apenas com teoria. O aluno inicia com um kite 2, depois passa para o Kite 5 e após usará o 7 e 9, quando já entra na água. Cada aluno usará o kite adequado para seu peso e estatura. Os números do equipamento referem-se aos tamanhos do mesmo. Marcos diz que quem veleja terá mais facilidade e o esporte é uma verdadeira terapia e academia ao mesmo tempo.
Os alunos que fazem kite não querem mais parar de praticar e consideram o esporte excelente. Sérgio dos Santos, o Sérgico, que pratica kitesurf há mais de um ano, conta que está “viciado no esporte”, pois é muito bom. “Dá uma adrenalina impressionante”, explica o esportista.
A adrenalina que o kite proporciona exige coragem dos atletas e para iniciar, além de coragem e prudência, você deverá ter basicamente uma pipa e a prancha. A pipa é confeccionada com o mesmo material de uma asa-delta. Já a prancha, pode ser uma específica para o kite, como também, uma prancha de surf. O esporte tem apenas três tipos de manobras: de transição, de salto e as que são feitas na onda.
A segurança é um fator essencial no kitesurf, pois qualquer descuido pode significar sérios problemas. Portanto, é preciso tomar alguns cuidados.
O esporte é recomendado a qualquer pessoa, porém, é necessária a companhia de um profissional ou de uma pessoa que já tenha mais experiência com o esporte. Esta recomendação se deve ao fato de que no caso de um acidente e as linhas do kite, enrolarem-se no atleta, será preciso a ajuda de alguém próximo.
Mas perigos à parte, o kitesurf é pura diversão. Tomando as devidas precauções, o esporte será uma excelente pedida de atividade física para você que curte desafios. Confira a seguir com surgiu este esporte, as manobras utilizadas, os equipamentos e alguns cuidados para a prática. Depois é só cair na água em Morro de São Paulo, não esquecendo da companhia do técnico e divertir-se !
História do Kitesurf
O kitesurf, como é praticado hoje, surgiu através de dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoix. Experientes em velejar e no surf, os irmãos criaram o esporte em 1984 com uma pipa que possuía câmaras de ar.
Entre 1985 e 1986 os irmãos Legaignoix patentearam a invenção e participaram de diversos eventos internacionais que incluíam velocidade e esquis aquáticos. No ano de 1993 as pipas começam a ser comercializadas.
Há registros sobre o assunto que dizem que a prática do esporte antecede o invento dos irmãos Legaignoix. As pipas teriam surgido na China, por volta de dois mil anos atrás, com a finalidade de facilitar a navegação de barcos e o transporte de materiais pesados de construção.
Domina Jalbert, dos Estados Unidos, criou em 1964, a primeira pipa inflada de ar. Já na década de 70, iniciu o uso das pipas em pára-quedas para puxá-los sobre esquis aquáticos.
Cuidados ao praticar o kitesurf
É importante tomar alguns cuidados antes de praticar o kitesurf. A principal recomendação é estar na companhia de alguém, pois caso ocorra algum imprevisto, você poderá contar com ajuda.
Sempre ter o cuidado de obedecer a natureza e em dias com ventos muito fortes, não entrar na água. Nestes casos, fica mais difícil controlar o equipamento. Atenção também na hora de escolher o equipamento utilizado: é importante verificar a qualidade do material antes de comprá-lo.
Equipamentos do Kitesurf
O kitesurf é considerado um esporte caro devido o valor de seus equipamentos. De acordo com o velejador e instrutior do esporte em Morro de São Paulo, Marcos Henrique Santos, os custos para a compra de todo o equipamento pode chegar até R$ 5 mil reais.
Somente a pipa, a de melhor qualidade custa R$ 1.400,00 e as pranchas estão também em torno de R$ 1.400,00. O instrutor diz que pode haver valores menores, mas em média são estes os custos de um bom equipamento. Mas para os atletas vale a pena pagar um preço alto para praticar um esporte especial como o kitesurf. Confira a seguir quais são os equipamentos utilizados:
Kite – O Kite, propriamente dito é a pipa. Confeccionada com o mesmo material dos pára-quedas. Trata-se do principal equipamento do esporte. O formato da pipa, de asa em arco, facilita o vôo.
Linhas – É o que liga o kite ao atleta. Podem existir três tipos de linhas: a de vôo, com cerca de 30 metros que liga o kite à barra de controle. A linha de freio, que para o equipamento e as linhas principais, que apresentam alta resistência e controlam do kite.
Prancha – Existem dois estilos de prancha basicamente no kitesurf. O estilo que você vai usar dependerá de sua preferência pessoal. Há as pranchas parecidas com as utilizadas no surf e as usadas no wakeboard. A diferença entre estas é o tipo de material com que são confeccionadas. O importante é ambas serem resisitentes, já que são usadas nos saltos e estes são freqüentes.
Cinto – Usado para conectar o surfista ao kite.
Barra controle – Tem a função de controlar o kite. O praticante pode com esta barra comandar a direção e a velocidade do kite. Tem aproximadamente 90 cm de comprimento e junto com o equipamento vem um sistema de freios para a pipa, para ser utilizada em caso de emergência.
As Manobras do Kitesurf
No kitesurf existem três tipos de manobras, de transição, as de salto e as realizadas na onda.
Saiba como são cada uma destas:
De transição: refere-se às mudanças de direção do atleta.
De salto: são os pulos no ar e consideradas as mais bonitas. No kitesurf já foram registrados saltos que duraram até sete segundos.
Da onda: são as manobras originadas do surf. Possui um grau de dificuldade alto e perigoso, pois em caso de queda é comum o atleta se enrolar nas linhas da pipa.
Fonte: Site – oradical.uol.com.br/kitesurf
Introdução a Mergulho
Morro de São Paulo possui duas empresas especializadas em mergulho recreacional. Uma fica situada na Primeira Praia e a outra na Terceira.
A empresa da Primeira Praia está na ilha há nove anos e possui ótima estrutura de equipamentos, embarcações e profissionais credenciados internacionalmente para atender aos turistas mergulhadores e iniciantes.
A da Terceira Praia não possui uma grande estrutura, mas também oferece saídas para mergulho livre com aluguel de todo o equipamento necessário.
O turismo subaquático, além de ser um esporte, é um meio de lazer para reunir quase toda a família, já que a idade para o início é a partir de 10 anos. Para a mergulhadora profissional e proprietária de uma destas empresas, Sandra Faria, a motivação e o objetivo, além da diversão, é o da preservação do mundo marinho. “Fica mais fácil admirar e respeitar o que se conhece”, afirma. Por isso, durante os mergulhos, nada pode ser tocado ou retirado do mar pelos turistas.
Para esse esporte continuar no alto patamar de segurança e diversão, algumas regras tem que ser respeitadas. Entre as mais importantes está a de nunca mergulhar sozinho. Antes de começar a diversão, tanto no mergulho livre como no autônomo, é importante sempre se informar sobre as condições do tempo, correntes, melhores horários de marés, pontos de entrada e saída e as peculiaridades da fauna e flora.
Conhecendo sobre o esporte
Para aqueles que decidiram fazer do mergulho seu esporte em Morro de São Paulo, além de saber das informações sobre os points há ainda algumas dicas sobre equipamentos e outros ítens que consideramos importantes. Existem dois tipos de mergulho: o livre e o autônomo. O mergulho livre consiste em nadar na superfície vendo o fundo do mar até 10 metros de profundidade, usando apenas máscara, nadadeira e snorkel. O mergulho autônomo requer curso e equipamentos específicos.
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Iniciantes
Existe uma modalidade para quem nunca mergulhou e quer experimentar um mergulho com cilindro. O nome é BATISMO e é o primeiro passo para entrar no mundo do mergulho. Ele é dividido em três partes: A primeira é uma aula teórica com duração aproximada de 20 minutos, onde o instrutor ensina algumas regras e procedimentos.
A segunda é se equipar e adaptar com os equipamentos, que são: o cilindro, colete, regulador, roupa, máscara, nadadeiras e cinto de lastro. A última parte é o mergulho propriamente dito, com duração de 45 minutos.
São no máximo duas pessoas para cada instrutor, que fica junto durante todo o percurso. Os batismos devem ser marcados com um dia de antecedência junto a operadora de mergulho que realiza este tipo de modalidade em Morro de São Paulo e qualquer pessoa maior de 10 anos de idade pode mergulhar.
Equipamentos
São usados no mergulho livre:
Snorkel – é usado para respirar na superfície. Deve estar sempre fixado na tira da máscara, pelo lado esquerdo.
Faca – usada para cortar plantas, cabos ou linhas enroscadas nos equipamentos. Deve ser especial para mergulho
Cinto – compensa a flutuabilidade do equipamento, da roupa e do mergulhador. O peso deve ser suficiente para manter o mergulhador na superfície.
São usados no mergulho autônomo:
Roupa de neoprene – Mantém a temperatura do corpo do mergulhador e protege contra escoriações.
Nadadeira – serve para o mergulhador se locomover sem usar os braços. É importante verificar bem a numeração, pois não é a mesma dos calçados comuns.
Cilindro – é uma garrafa de aço ou alumínio que armazena ar atmosférico filtrado.
Regulador de ar – reduz a alta pressão do ar do cilindro, tornando-a respirável.
Máscara – possibilita a visualização submersa.
Colete compensador – serve para controlar o equilibrio do mergulhador na água. Fica ligado ao cilindro de ar através uma mangueira.
Bússola – para orientação debaixo d’água. Pode ser de pulso ou vir presa ao manômetro do cilindro.
Manômetro – marca a pressão do ar na garrafa.
Relógio – para controlar o tempo do mergulho.
Profundímetro – indica a profundidade em que o mergulhador se encontra.
As Empresas de Mergulho em Morro de São Paulo
A Companhia do Mergulho existe há nove anos e como toda operadora profissional, segue normas internacionais de mergulho. Filiados a PADI (Professional Association of Diving Intructors), os profissionais oferecem instruções e cursos em português, inglês e espanhol. A loja e operadora, situadas na Primeira Praia, na Rua da Prainha funcionam o ano todo e oferecem toda linha de equipamento de mergulho para venda e aluguel. A central de recarga com dois compressores também fica na Primeira Praia. A empresa possui também uma embarcação própria totalmente projetada para mergulho. Na escola de mergulho, os instrutores oferecem cursos do Básico ao Dive Máster. O primeiro curso é o mais procurado.
Conhecido como Open Water Diver, a idade mínima é 12 anos e para participar é preciso saber nadar e ter bom estado de saúde. O curso dura cinco dias e é dividido em três partes: teoria, treinamento em águas confinadas e quatro mergulhos em águas abertas. No final do curso o mergulhador recebe uma certificação internacional que lhe permite participar de saídas de mergulho em qualquer lugar do mundo até 18 metros de profundidade. O valor é sob consulta e inclui todo o material didático da PADI, aluguel de equipamentos e saídas de barco. A certificação emitida pela PADI é cobrada a parte.
Se o mergulhador desejar aperfeiçoar ainda mais suas habilidades a escola também oferece os cursos Avançado, Resgate e Dive Mater. Os dois primeiros com duração de quatro dias e o último, que já faz parte da área profissional da PADI, dura em média 12 dias.
As turmas começam todas as semanas e para se inscrever basta entrar em contato com um dos instrutores pelo e-mail cursos@ciaodmergulho.com.br ou pelo telefone (75) 3652-1200.
A outra empresa que opera com mergulho fica situada na Terceira Praia, A Zimbo Dive. Com uma estrutura bem menor do que a localizada na Primeira Praia, esta empresa trabalha apenas com saídas de mergulho livre, alugando os equipamentos necessários. Além disso, aluga também caiaques e contam com profissionais. Mais informações podem serem obtidas pelos telefones (75) 8136-6728, com Daniel ou Marilu.
Pontos de Mergulho em Morro de São Paulo
Em Morro de São Paulo, conforme Sandra Faria, da Companhia do Mergulho, a melhor época para mergulho é no verão, entre os meses de novembro a abril. No restante do ano a água nem sempre tem boa visibilidade. Para quem quer ir mais fundo. O caminho é pegar a embarcação de mergulho e contar com a experiência dos Dive Masters e Instrutores de mergulho da Ilha. Os principais pontos são recifes de corais com profundidades que variam de 5 a 40 metros. Existem pontos para todos os níveis de mergulhadores. Os seis principais pontos são:
Paredões da Gamboa: Próximo ao Iate Clube, com profundidades entre de 3 a 12 metros esse ponto é freqüentado por todo tipo de mergulhador. O melhor momento é quando a maré está alta e atinge seu ponto máximo. Nessa hora não existem correntes. Diferentemente dos demais pontos, você verá mais facilmente lagostas e polvos.
Paredão Real: em frente à Praia da Gamboa, esse paredão vai de 12 a 45 metros de profundidade e os mergulhadores avançados têm que programar o início do mergulho para a maré cheia.
Recife do Forte: com profundidade de 12 metros é o ponto para mergulho em corrente. Os cardumes de sardinha são as principais atrações.
Recifes de Itatimirim: Com apenas 20 minutos de navegação, a partir da Primeira Praia, as saídas para esse ponto são diárias no verão. O fundo é bem recortado, com pequenas cavernas, algumas com áreas de penetração. Um mergulho fácil e muito bonito. A profundidade varia entre 8 a 23 metros.
Pedra do Benedito: pequeno conjunto de recifes e pedrões. Profundiade de 25 metros e a 45 minutos de navegação, partindo da Primeira Praia.
Recifes de Itatiba: É também um bom ponto para drifts. Com média de 16 metros de profundidade, a atração desse ponto é o relevo do fundo, cheio de perfurações e coberto por cabeços de corais de diversas formas.
Algumas Dicas
Nunca mergulhe sozinho
Preste atenção à direção da correntenza
Não toque nos corais. Os recifes são frágeis e demoram muito para crescer e também existem espécies venenosas.
Entre no mar de costas e se o corpo estiver muito quente, refresque-se um pouco antes de entrar.
Fonte: Guia Quadro Rodas /Praias -Edição 200/2001.
História do rúgbi em Morro de São Paulo ::
O rúgbi em Morro de São Paulo é bem recente, começou em 2004 como uma brincadeira de alguns moradores argentinos com saudade do esporte e hoje está se tornando relativamente importante.
Em 2006, com o crescimento do Rúgbi no cenário baiano dos esportes, começou a deixar de ser só um treinamento amigável para se converter num esporte competitivo. Incorporaram-se a prática vários jogadores nativos e se oficializou o nome de uma equipe: Os Urubus.
À partir disso, os “Urubus” começaram a se enfrentar com o principal time da capital baiana, os “Orixás”.
Os encontros entre ambos os times se tornaram comuns, principalmente na sua versão de sete jogadores por time, denominada Seven.
Estas equipes baianas são hoje as duas equipes que melhor se desenvolvem no esporte dentro do âmbito estadual. Mesmo assim, até hoje, os jovens e bem treinados jogadores dos Orixás de Salvador não tem conseguido bater a experiência dos veteranos Urubus de Morro de São Paulo.
No começo de 2007 ambas as equipes se juntaram para representar a Bahia no campeonato de Rúgbi do Nordeste, conquistando varias vitórias. Também durante 2007 foi realizado em Salvador o primeiro campeonato de Rúgbi Seven da Bahia, no qual se apresentaram 9 equipes masculinas. O Urubus de Morro de São Paulo se consagrou campeão de dito torneio vencendo na final o Orixás de Salvador por 56 – 0.
O Urubus de Morro de São Paulo não completa os 15 jogadores que formam uma equipe, assim estes se juntaram ao time dos Orixás para representar a Bahia no plano nacional de Clubes tanto nos torneios de Rúgbi Seven como Rúgbi 15, com o nome de Bahia Rugby Club. Assim, também em 2007, o Bahia Rugby Clube, com os jogadores de Morro de São Paulo e Salvador, conseguiram bater a equipe paulista de Jagareí num disputado encontro e conseguiram se classificar para o torneio Super 8.
Este torneio junta as 8 melhores equipes do Brasil e coloca os jogadores baianos de Salvador e Morro de São Paulo num nível muito competitivo obrigando a que o esporte tenha que ser praticado seriamente.
As Regras Básicas do Rúgbi
Habitualmente são 15 jogadores de cada lado que disputam uma bola oval de aproximadamente 29 cm de comprimento. Também existe a versão de 7 jogadores conhecida como Rúgbi a Sete ou simplesmente Seven. Jogando de 15 as partidas possuem dois tempos de 40 minutos e jogando de 7 jogam-se várias partidas no mesmo dia, cada uma com 2 tempos de 7 minutos de duração. Ganha a equipe que ao acabar o jogo tenha marcado mais pontos. Estes pontos são gerados da seguinte maneira:
O Try ou Ensaio é marcado quando um jogador consegue levar a bola no chão da zona de try da equipe contraria somando assim 5 pontos para sua equipe. Quando este Try ou Ensaio é marcado, a equipe que o marcou tem direito a chutar de posição fixa na mesma linha que a marcação do Try para os postes e assim somar mais dois pontos no marcador de sua equipe se conseguir acertar entre estes.
Durante o jogo, a qualquer momento um jogador pode chutar a bola de Drop (ou sobre pique) e se conseguir que a bola passe dentro dos postes em forma de H, acima da trave somará 3 pontos para sua equipe.
Uma última forma de marcar pontos é através do golpe de castigo, quando é cometida uma infração ou pênalti. Assim, um jogador chutará a bola de posição fixa no chão no local aonde o árbitro tenha marcado a infração e se conseguir passar a bola acima dos postes em forma de H somará mais 3 pontos para sua equipe.
Consegue-se ganhar campo quando o jogador corre com a bola nas mãos ou por meio de um chute. Os passes entre jogadores só podem ser feitos na mesma linha ou para trás, mas nunca pode se passar para frente. A equipe contrária pode deter a corrida dos jogadores através de um Tacle ou Placar, movimento pelo qual o portador da bola é pego pela cintura ou abaixo desta, geralmente com o objetivo de conseguir derrubá-lo. Um jogador derrubado deve imediatamente soltar a bola. A estratégia de jogo é bem complicada e dependerá muito de cada jogo. Existem muitas regras.
Para mais informação sobre estas: http://www.rugbymania.com.br/rugby.asp
Introdução ao Surf:
Pode-se dizer que o surf é o mais praticado de todos os esportes radicais. O esporte possui milhares de adeptos espalhados por todo o mundo e sem dúvida, além de ser uma excelente forma de se exercitar é também uma terapia para a mente. Sendo praticado num ambiente como a praia não poderia ser diferente: o surfista fica em perfeita sintonia com a natureza interagindo com o mar e as ondas. Qualquer pessoa pode surfar, basta ter uma prancha e claro, coragem para desafiar as ondas. O nosso litoral é imenso e apresenta todos os tipos de ondas. No caso da Bahia, quem já esteve por aqui sabe que mesmo no inverno as águas são quentes e são muitas as opções de picos.
Morro de São Paulo não está entre os picos mais conhecidos, mas agrada os surfistas que aqui moram e os turistas que vem em busca de ondas perfeitas. Existes inclusive, uma escola que ensina moradores e turistas a surfar. A Morro de São Paulo Surf School a cada mês ganha mais alunos interessados em aprender esta modalidade esportiva que apaixona e vicia seus adeptos.
Depois que você cair no mar e deslizar sobre uma onda, nunca mais conseguirá abandonar o esporte! Se este é seu caso, se você está querendo deslizar sobre a espuma de uma onda ou simplesmente deseja aprimorar seus conhecimentos sobre o esporte, leia os textos a seguir. Apontamos algumas características do surf em Morro de São Paulo, dicas em geral e como surgiu o surf. Para saber mais sobre a escola de surf, lei ao link Praias/Primeira Praia/Surf na Primeira Praia.
A História do Surf
O surf surgiu no Havaí, onde segundo registros os povos nativos que tinham como cultura de subsistência a pesca, se atiravam no mar com seus barcos para pescar e no momento de voltar a terra, deslizavam sobre as ondas, pois asssim chegavam mais rapidamente. Há também documentos bibliográficos que dizem que o surf foi introduzido no Havaí pelo rei polinésio Tahito.
Até o século 20 o surf não era conhecido, até que o grande responsável pela propagação do esporte o nadador havaiano, Duke Paoa Kahanamoku, divulgou o esporte mundialmente. Na época, Duke disputava as Olimpíadas de 1912, em Estocolmo, capital da Suécia, e ganhou uma medalha de ouro na natação. Claro, aproveitou a oportunidade e fez com que o mundo inteiro soubesse que ele era um surfista e como o surf era praticado.
Depois disso Duke introduziu o surf na América, em 1913 e na Austrália, no ano de 1915. No Brasil, as primeiras pranchas surgiram através de turistas e a primeira feita no país foi em 1938, pelos paulistas Osmar Gonçalves, João Roberto e Júlio Putz. A partir disso, as pranchas foram adquirindo as formas atuais e se adequando ao esporte.
Cada vez mais o surf ganha adeptos e hoje além de ser uma atividade física é considerada também uma filosofia de vida. Os surfistas têm suas características e não é difícil reconhecer um, pois possuem um estilo próprio.
O surf influenciou, inclusive, o aparecimento de outras modalidades esportivas como o windsurf, o skate e o sandboard (surf nas dunas). O órgão que regulamenta e traça as diretrizes do esporte é a Associação dos Surfistas Profissionais (ASP).
Equipamentos
A prancha, sem dúvida, é fundamental para um bom desempenho do surfista. É preciso que a prancha esteja adaptada ao tamanho e as características físicas do atleta. Além das tradicionais pranchas, que são mais velozes e usadas pelos principais surfistas, existem os tipos Fun e Long Boards.
A modelo Fun Board está entre entre a pranchinha e o long. Já as Long Boards, conhecidas também como pranchões, são as mais tradicionais e tem mais de nove pés ou 2,75 m de comprimento. Além da prancha, um surfista usa o lesh, parafina e se desejar ou precisar uma roupa especial, chamada de neoprene. O lesh é uma corda, que fica amarrada junto ao calcanhar e prende o atleta à prancha.
A parafina é confeccionada com o mesmo material da vela e é passada sobre a prancha, ajudando a segurar os pés do surfista durante a descida na onda. Já o neoprene trata-se de uma roupa de borracha utilizada principalmente no inverno ou em mares frios.
As Manobras
Agora que você já tem algum conhecimento sobre o surf e já pegou algumas dicas, veja as principais manobras que os surfistas fazem para ficar ainda mais fera no assunto e arrasar nas ondas de Morro de São Paulo.
Aéreo: quando o surfista decola sobre a onda e retorna.
Cavada: o surfista vai até embaixo da onda e sobe.
Cut Back: o atleta adianta na onda e volta para dar a manobra na parte crítica.
Floater: manobra em que o surfista sobre a crista da onda.
Rasgada: a rabeta da prancha é jogada para frente e o surfista vira o corpo para onda.
Tubo: considerada a principal manobra do esporte, onde o surfista fica dentro da onda, no meio do tudo.
360º: manobra em que o surfista dá uma volta completa com a prancha na onda
O Surf em Morro de São Paulo
A melhor época para surfar em Morro de São Paulo é no inverno, nos meses de junho a setembro, quando predomina o vento leste que segundo os especialistas é o ideal. Nos demais meses do ano o vento não é tão favorável e as ondas não são tão constantes.
O melhor horário é quando a maré está alta. Na maré baixa não é aconselhável, pois o fundo do mar tem muitos corais e pedras. Recomendamos aos praticantes que antes de cair na água, conversem com os moradores e se informem das medidas a serem tomadas. O surf como qualquer esporte tem regras, inclusive, todo surfista de fora que não for conhecido pelos nativos, ao chegar num pico deve se apresentar. Isto faz parte dos costumes dos adeptos a este tipo de esporte. Agindo desta maneira, você não criará nenhum tipo de problema ou antipatia com os surfistas locais e ainda poderá contar com a ajuda e amizade destes. O que pode ser considerado um fator muito importante dentro do esporte, já que está chegando a um lugar novo e, portanto, desconhecido para você. Pode-se dizer que os surfistas locais são amigáveis, pois possuem características comuns a todos os baianos: simpatia e alegria.
Não será difícil fazer amizade e se enturmar com eles. Sobre os picos de Morro de São Paulo, saiba que existem três points, sendo que dois ficam situados na Primeira Praia: a Pedra do Moleque (outside), onde tem ondas que quebram de direita e a Quebrancinha (inside), ao lado do morro onde fica Farol e geralmente onde surfam os surfistas mais jovens. O outro point se localiza na Quarta Praia. Neste predominam dois tipos de ondas, as que quebram de direita e de esquerda.
Apesar de Morro de São Paulo receber turistas de todo o mundo e ser caracterizado por uma diversidade onde todas as tribos têm seu espaço, o surf ainda é pouco divulgado.
A maioria dos surfistas de Morro de São Paulo é nativo ou mora há bastante tempo na ilha e fazem do esporte um estilo de vida, levando a sério a prática.
Um destes é o Zé da Glória, morador de Morro de São Paulo há 15 anos e um dos precursores do esporte na ilha.
Com 39 anos de idade em 2008, Zé pratica o esporte desde os 9 anos. Antes mesmo de residir em Morro de São Paulo, quando ainda morava em Salvador, já costumava visitar a ilha para pegar onda. Desta época até os dias de hoje, ele ressalta que o surf continua igual, ou seja, não houve evolução em relação a investimentos.
Na opinião de Zé, Morro de São Paulo tem em média quatro surfistas locais que poderiam estar inclusive surfando a nível profissional, porém, o problema é que não existe incentivo tanto por parte da iniciativa privada como do poder público.
Formado em Educação Física, pela Universidade Católica de Salvador (UCS), Zé da Glória pode ser considerado um apaixonado pelo surf e faz questão de surfar todos os dias.
Disputou alguns campeonatos, onde teve boa atuação chegando a conquistar o terceiro lugar num evento regional.
Sua especialidade é o longboard, aliás, ele surfa somente com este tipo de prancha e salienta que Morro de São Paulo é um excelente lugar para quem deseja surfar com esta modalidade, pois as ondas são extensas e perfeitas. Sabendo estas informações do surf em Morro de São Paulo, agora poderá também conhecer outras dicas gerais sobre o esporte no texto que segue.
Quem sabe quando você estiver surfando na Primeira Praia, poderá encontrar o Zé da Glória ou um dos surfistas da Morro de São Paulo Surf School e pegar pessoalmente mais algumas dicas.
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Dicas
Se o surf for sua opção para exercitar-se, saiba algumas coisas antes de pegar ondas. Além de ter bom preparo físico e saber o momento certo de entrar no mar, há outros requisitos e procedimentos que deverão ser levados em conta na hora de surfar.
Para os iniciantes recomenda-se uma prancha grande, maior que a altura da pessoa. Pois quanto maior for a prancha, mais fácil será a remada e a estabilidade nela.
Não basta apenas saber nadar, é preciso saber respeitar o mar.
Antes de entrar na água, observe as condições do mar. Veja se há correntes e onde as ondas quebram.
Sempre faça alongamento antes de entrar, pois isto evitará câimbras.
O melhor horário para a prática do surf é de manhã, pois o mar está mais lisinho.
Inicie pelas ondas já estouradas, pois são mais suaves e facilitam o equilíbrio.
Evite entrar no mar sozinho e não ultrapasse a arrebentação.
Cuidados com a prancha: após surfar a lave com água e sabão e cubra com uma capa. Não a deixe muito exposta a o sol, pois poderão aparecer bolhas.
É importante usar filtro solar, pois você poderá ficar horas dentro da água e exposto ao sol quente.
Por fim, uma dica fundamental: ao visitar uma praia desconhecida para você, converse com pessoas que conheçam o local e peça dicas. Não existem duas praias iguais.
Introdução ao Vôlei
Pesquisamos sobre este esporte que vem adquirindo cada vez mais espaço e tornando-se orgulho nacional devido o bom desempenho e o grande número de conquistas de nossos atletas nos últimos anos. O Voleibol surgiu no ano de 1895 e foi introduzido ao mundo dos esportes pelo americano William C. Morgan.
Já o vôlei de praia, o qual é praticado em Morro de São Paulo, surgiu no Brasil na década de 50 e atualmente reúne homens e mulheres de todas as idades e atraindo vários atletas que no final de suas carreiras trocam as quadras pelas praias.
O movimento dia e noite nas principais orlas do país é garantido e em algumas conhecidas praias como Copacabana e Ipanema, no Rio de Janeiro, tornaram-se verdadeiras arenas de campeonatos nacionais e internacionais.
Basicamente, as regras do vôlei de praia são as mesmas da modalidade de quadra. As principais diferenças consistem em que as equipes na praia são compostas por dois atletas e as partidas são decididas em melhor de três sets. As medidas das quadras também diferem e sem contar que o vôlei de praia requer maior preparação física do esportista, já que é praticado ao ar livre, sob o sol e na areia. Mas apesar do atleta precisar ter mais preparação física, o vôlei de praia tem outra vantagem sobre o praticado na quadra: o risco de lesões é bem menor. O grande cuidado deve ser com o sol, já que é exercido sob o sol forte deve-se prevenir usando protetor.
Apesar de o vôlei ser um esporte rápido e dinâmico, não existem restrições para jogar, porém, é preciso ter uma noção pois trata-se de um jogo em equipe. Para você não fazer feio e pôr a disputa a perder para seus companheiros é bom começar a praticar com quem ainda não tem tanta experiência, assim começarão a praticar o esporte juntos.
Entre os benefícios que o esporte proporciona está o aumento da resistência física, o atleta ganha mais energia e vigor para enfrentar as atividades do dia-a-dia, adquire massa muscular e ainda trabalha a coordenação motora. Sem falar claro, que você estará gastando caloria, ficando em forma, se divertindo na beira da praia e ainda tendo a vantagem de ter a brisa marinha para espantar o calor. Confira a seguir as regras, os equipamentos e algumas curiosidades sobre o voleibol. Para saber o que rola no voleibol em Morro de São Paulo confira também o link Praias/Segunda Praia / Vôlei na Segunda Praia.
A História do Vôleibol
O Voleibol surgiu em 1895 através do americano William C. Morgan, diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM), na cidade de Holyoke, no estado americano de Massachusets. No Brasil há controvérsias em relação a sua descoberta, alguns dizem que em 1915 foi praticado pela primeira vez, no Colégio Marista de Pernambuco e outros artigos apontam que o esporte foi introduzido por volta de 1916 ou 1917, pela ACM de São Paulo. Já o vôlei de praia, o qual é praticado em Morro de São Paulo, surgiu no Havaí por volta de 1920, como forma de recreação.
No Brasil a modalidade apareceu na década de 50, no Rio de Janeiro. Nesta época foram disputados os primeiros torneios amadores nas praias de Copacabana e Ipanema. Com a adesão cada vez maior de espectadores e de atletas o vôlei de praia se espalhou pelas orlas do país e surgiram os primeiros campeonatos regionais. No ano de 1987 o esporte foi oficializado pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e foi promovido em Ipanema o primeiro campeonato mundial. Em 1989 foi realizado o I Circuito Mundial de Vôlei de Praia Masculino. Já as mulheres só começaram a ter vez na arena da praia a partir de 1992 quando foram realizadas as primeiras competições femininas. É considerado esporte olímpico desde 1996, quando foram realizados os jogos de Atlanta (EUA).
Regras
As regras aplicadas no voleibol indoor (de quadra) e no de praia são basicamente as mesmas. A principal diferença consiste em que na quadra o número de atletas é maior do que no voleibol de praia, onde apenas dois jogadores disputam a partida. Já que estamos falando mais precisamente sobre o vôlei praticado em Morro de São de Paulo, o de praia, confira a seguir as regras desta modalidade:
Os dois primeiros sets terminam com 21 pontos, sendo que a disputa continua se as duplas empatarem em 20 até que alguma abra dois pontos de vantagem. Conhecido como tie-break, o terceiro set vai somente até 15 pontos. Se os jogadores empatarem em 14, uma dupla também precisa abrir dois pontos para confirmar a vitória.
A invasão por baixo da rede é permitida, desde que não atrapalhe a jogada do adversário.
Não existe substituição de jogadores. Se um jogador se machucar terá cinco minutos para recuperação.
Defesa “carregada”, ou seja, quando o jogador retém a bola entre os dedos, é permitida no voleibol de praia somente na defesa de uma bola violenta.
Cada dupla tem direito a um tempo de 30 segundos em cada set. No voleibol são dois tempos.
O saque pode ser dado de qualquer ponto do fundo da quadra.
Em relação ao levantamento existe uma grande diferença em relação ao vôlei de quadra. A bola levantada no vôlei de praia não pode dar um giro em torno de seu eixo, caso isto aconteça, a rotação é caracterizada como dois toques.
O contato entre dois jogadores por cima da rede, provocando a chamada “bola presa” não é considerado falta.
Equipamentos
No caso dos equipamentos utilizados há uma diferença em relação a roupa e acessórios usados na modalidade de quadra e na de praia. No caso do voleibol de quadra há o uso de tênis e joelheira. Já o vôlei de praia, não necessita destes equipamentos, já que as partidas são disputadas na areia. Os jogadores usam camiseta e sunga. No caso das mulheres suquine. Os equipamentos em comum são apenas a bola e a rede. A bola oficial utilizada no vôlei de quadra é a “Mikasa”. Para vôlei de praia as mais conhecidas são a “Spalding” e a “Wilson”, aliás, são bolas utilizadas no circuito americano de vôlei de praia.
Em relação à rede pode-se dizer que há varios tipos, não havendo preferência de marca. As medidas devem ser 8,5 metros de comprimento por um metro de largura. Os postes de fixação da rede devem ter uma altura de 2,55 metros e serem fixos ao solo a uma distância de 0,70 e 1,0 metro de cada linha lateral da quadra.
Jogadas
No voleibol, seja de quadra ou de praia, há jogadas específicas, veja quais são:
Bloqueio: trata-se da defesa de uma cortada e somente os jogadores de ataque podem praticá-lo. Consiste em saltar, formando uma barreira com as mãos e tentando assim, impedir a passagem da bola do adversário.
Manchete ou Recepção: golpe realizado com os antebraços unidos e braços estendidos não permitindo que a bola caía no chão. O jogador tentará receber o saque do adversário passando para o levantador e se errar será ponto para o adversário.
Cortada: é um salto seguido de um golpe forte e rápido, dado junto á rede, com o objetivo de que a bola vá direto para o chão do campo adversário.
Toque ou Levantada: passe mais comum do esporte, é realizado com os dedos das mãos bem afastados e a bola é impulsionada para a direção desejada..
Saque: inicia ou reinicia o jogo a cada ponto ou vantagem. O jogador se coloca em uma posição indeterminada no fundo da quadra e envia a bola para o campo adversário
Fonte: www.geocities.com e www. pan2007.globo.com e www.brasilescola.com/educacaofisica/voleibol-de-praia
Introdução a Yoga
Mais do que uma prática saudável, a Yoga estimula o equilíbrio, a força e os bons hábitos, colocando em forma o corpo e a mente. Esta prática surgiu na India há mais de 5.000 anos ligada no início a religião e convertendo-se após a um sistema filosófico organizado.
É considerada por alguns como uma atividade física e para outros como uma filosofia de vida. Nos Estados Unidos, existem hoje 15 milhões de praticantes. Aqui, no Brasil, calcula-se que cerca de cinco milhões de pessoas pratiquem Yoga.
Yoga significa união. União que integra o corpo, a mente e nossas emoções para que sejamos capazes de agir de acordo com nossos pensamentos e com o que sentimos.
A prática da Yoga objetiva ao relaxamento, a tranqüilidade mental, concentração e clareza de pensamento juntamente com o fortalecimento do corpo físico e o desenvolvimento da flexibilidade.
Na Antigüidade Os ensinamentos eram transmitidos através dos Sûtras que são aforismos lacônicos e esotéricos. Para a interpretação dos Sûtras eram necessários estudos profundos, pois a primeira vista são inteligíveis. Ainda hoje, a maioria dos praticantes só tem acesso a um quarto destes conhecimentos.
Existem muitos tipos de Yoga, mas desde que chegou ao Ocidente esse número aumentou, sobretudo nos últimos 30 anos.
Quais os Efeitos da Yoga?
A Yoga atua em todos nos níveis físico, mental e emocional. Além de alongar todas as partes do corpo, massageia os órgãos internos e as glândulas.
Entre os demais benefícios desta prática está a coordenação do sistema respiratório com o corpo físico, relaxamento dos músculos e da mente, estimulação da circulação e aumento da provisão de oxigênio em todos os tecidos.
A prática regular da Yoga garante uma melhor qualidade de vida sem os efeitos nocivos da correria e da tensão do cotidiano.
As Técnicas da Yoga
A Yoga deve ser praticada num local arejado e silencioso. Algumas pessoas preferem praticar ouvindo uma música suave de fundo. Nas aulas cada pessoa deve ter um colchonete fino e usar roupas confortáveis e estar de pés descalços.
Recomenda-se evitar alimentos e líquidos pesados nas duas ou três horas que precedem à prática. Durante a execução a respiração é importantíssima, já que acalma o ritmo do corpo e facilita a concentração.
Existem várias modalidades de Yoga, sendo que os elementos mais utilizados são:
Asana: são os exercícios físicos que fortalecem o corpo, aumentam sua agilidade e revinem contra várias doenças, principalmente as psicossomáticas.
Pranayama: são os exercícios respiratórios e a expansão da bioenergia através da respiração
Bandhas: fechaduras ou contrações musculares que são aplicadas para a retenção e canalização do Prana.
Kryas: atividade de purificação das mucosas Mudras: gestos reflexológicos feitos com as mãos
Puja: presentes de energia
Mantras: vocalização de sons e ultra-sons
Yoganidra: técnicas de descontração
Samyama: concentração, meditação e samadhi.
Yoga em Morro de São Paulo
Se você é adepto da Yoga ou mesmo desejar conhecer mais sobre o assunto durante sua estadia em Morro de São Paulo terá a oportunidade. Na ilha existem aulas regulares da prática da Yoga e também cursos. Quem ministra estas aulas e o curso é a argentina, Patrícia Benavidez, que reside em Morro de São Paulo há mais de cinco anos.
As aulas acontecem em diferentes locais e podem ser em grupo ou particulares. No caso das aulas em grupo, o custo mensal é R$ 100,00 e uma única aula R$ 20,00. A duração é de 1h15min.
Já as aulas particulares, ou seja, individuais, têm horários flexíveis de acordo com o praticante e saem por R$ 80,00 para uma pessoa a sessão e R$ 100,00 para até três pessoas na mesma aula.
Além das aulas, Patrícia realiza também um curso dirigido a quem não tem muita experiência com a Yoga e gostaria de ter mais conhecimentos. Em aulas práticas e teóricas ela aborda as técnicas utilizadas. O curso tem duração de seis horas, sendo dividido em etapas (aulas) de 1h30min cada. O valor é de R$ 350,00 e inclui uma apostila. De acordo com a professora a iniciativa é interessante pois permite ao turista desfrutar de umas “férias temáticas”. “A ilha oferece uma geografia maravilhosa e um ambiente propício para se iniciar na prática da Yoga”, salienta Patrícia.
Portanto, se você se interessou em praticar Yoga enquanto estiver curtindo suas férias em Morro de São Paulo, anote os contatos ou tire suas dúvidas sobre a prática desta atividade. O e-mail de Patrícia é sudestada8@hotmail.com e o telefone: 00 55 (75) 9116-9624